Direitos
O que a lei brasileira já garante
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Em 2019, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero se equipara ao crime de racismo, previsto na Lei 7.716/1989, até que o Congresso legisle sobre o tema.
Fonte: STF — ADO 26 e MI 4733Desde 2011 o STF reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, e a Resolução 175/2013 do CNJ obriga cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil igualitário.
Fonte: CNJ — Resolução 175/2013Pessoas trans e travestis maiores de 18 anos podem alterar nome e gênero diretamente em cartório, sem cirurgia, laudo médico ou autorização judicial.
Fonte: CNJ — Provimento 73/2018Casais do mesmo sexo podem adotar em igualdade de condições, e a habilitação segue os mesmos critérios aplicados a qualquer pretendente.
Fonte: CNJ — Sistema Nacional de AdoçãoO SUS garante o uso do nome social e oferece o Processo Transexualizador, além de atenção específica pela Política Nacional de Saúde Integral LGBT.
Fonte: Ministério da SaúdeO Conselho Federal de Psicologia proíbe psicólogas e psicólogos de propor tratamento para reverter orientação sexual ou identidade de gênero.
Fonte: CFP — Resoluções 01/1999 e 01/2018Em 2020 o STF declarou inconstitucionais as normas que impediam homens gays e bissexuais de doar sangue.
Fonte: STF — ADI 5543Discriminação em processos seletivos, no ambiente de trabalho ou na escola é ilegal e pode ser denunciada ao Ministério Público do Trabalho, à Defensoria Pública ou pelo Disque 100.
Fonte: MDHC — Disque 100Sofreu ou presenciou uma violência?
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